O interesse educativo da expedição ao KilimanjaroThis is a featured page

  • O tema do ambiente está na ordem do dia. Não há ninguém – estudante ou cidadão – que, tendo acesso à informação que os professores passam nas aulas e os meios de comunicação na televisão, nas rádios e nos jornais, não se tenha já deparado com alertas e avisos sobre a saúde delicada do Planeta Terra.
  • Hoje em dia, como o documentário de Al Gore[1] bem expressa, não estamos mais numa época de avisar para que não venha a acontecer. Na verdade, já estamos numa época de consequências, que poderão acentuar-se ou reduzir-se. Mas não deixarão, durante as próximas dezenas e anos, de se fazerem sentir em todo o mundo.
  • Há alguns anos, os movimentos ecologistas apregoaram um lema que ainda hoje mantém toda a sua força: Pensar globalmente, agir localmente.
  • As comunidades locais têm de ser capazes de mobilizar os seus membros na adopção de comportamentos que, ao mesmo tempo, respondam aos anseios legítimos de boas condições de vida para todos; proporcionem prazer e saúde na vida social e comunitária; e respeite o ritmo e os tempos que a Natureza precisa para renovar os recursos que ciclicamente põe à disposição de todos.
  • A sofisticação a que chegou a informação que entra todos os dias em casa de toda a gente impede, cada vez mais, que cada um consiga separar claramente no seu pensamento as verdades, as hipóteses, as opiniões, as incertezas… e as mentiras!
  • A deslocação de pessoas concretas, que fazem parte da comunidade de pertença, que poderão ser contactados antes da viagem (para levarem recados e pedidos de informações e imagens); durante a expedição (de modo a que possam ser os olhos e o pensamento de todos); e depois do regresso aos Olivais (portadores de relatos, de respostas, de dados e de documentos), pode tornar todos um pouco participantes na expedição e acentuar em todos os laços de identificação a uma comunidade que tem de alterar hábitos, atitudes e comportamentos. Para bem de todos.
  • Hoje em dia é mais fácil divulgar, difundir e disseminar boas práticas. São as escolas locais, são as associações ambientais, culturais e desportivas. É o jornal da freguesia. São as empresas da região. É a Internet. Neste caso, disseminar boas práticas comunitárias, sociais e ambientais. Vale a pele lançar os Olivais nesta aventura!


[1] Uma Verdade Inconveniente (An Inconvenient Truth, 2006)



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